Câmara fria e a elaboração da cerveja artesanal

A Câmara fria é fundamental para fabricar e conservar a cerveja artesanal

A presente matéria técnica versa sobre o uso da Câmara Fria na produção da cerveja tida como artesanal, acima de tudo ela destina-se aos amantes desta popular bebida. Entretanto, para os leigos no assunto, ela será uma ferramenta de enorme valia tendo em vista ampliar seus conhecimentos.

Na antiguidade a cerveja não era estocada na Câmara fria

Atualmente a cerveja, seja ela artesanal e/ou industrializada, é a terceira bebida na preferencia popular; possivelmente ela foi a primeira bebida alcoólica produzida pelo homem, pois desde aproximadamente 2.600 a.C. se tem noticia dela. Entretanto no principio a produção era guardada em ânforas de barro e armazenada em cavernas frias. Além disso, por conta de impedimentos tecnológicos, esta bebida era consumida a temperatura ambiente.

Hoje em dia a birra é disponibilizada em garrafas de vidro, tal qual na antiguidade ela deve ser mantida em local fresco e abrigada da luz; por certo alguns povos mantem o habito de consumi-la a temperatura ambiente. Em contrapartida, principalmente nos países de clima mais quente, a preferencia é pela cerveja artesanal gelada, e a Câmara fria é o equipamento profícuo para entrega-la, segundo o gosto dos consumidores, bem próximo a zero grau.

A Câmara fria é um dos equipamentos mais utilizado nas cervejarias artesanais

Antes de mais nada cumpre esclarecer que este informativo técnico empenha-se a deslindar o emprego da câmara frigorifica no processo de fabricação, não só o artesanal, bem como industrial, da nossa conhecida breja e também do chopp. Então vamos descrever o passo a passo de forma sucinta, senão vejamos:

  1. Preparação: separação e pesagem os ingredientes;
  2. Moagem: procedimento de moer o malte;
  3. Mosturação e/ou brasagem: método de cozimento do malte moído em água;
  4. Filtragem: esta etapa tem o objetivo de separar o grão do mosto;
  5. Fervura e lupulagem: consiste em ferver o mosto e adicionar o lúpulo;
  6. Resfriamento: note que esta fase já compreende a utilização da Câmara fria, pois o liquido quente será resfriado ate atingir 20°C;
  7. Fermentação: outra etapa a ser cumprida em uma arca refrigerada, tendo em vista que a mistura devera ser mantida a 23°C por aproximadamente 6 dias;
  8. Maturação no barril: trata-se do período que antecede o consumo, esta é a fase em que a bebida atinge o seu esplendor, e será efetuada em duas etapas, a saber:
    • 1° fase: deve-se manter o barril em um ambiente resfriado a uma temperatura de 20° Celsius por uns 5 dias;
    • 2° fase: o tonel que contem a cerveja artesanal ainda permanecera na Câmara fria, porem a uma temperatura de 5° Centigrados e por uns 15 dias.
A Câmara fria é fundamental para fabricar e conservar a cerveja artesanal
A Câmara fria é fundamental para fabricar e conservar a cerveja artesanal

O chope demanda uma excelente beer cave para sua preservação

Muitas pessoas creem que a diferença entre chopp e cerveja resume-se apenas ao sabor, ledo engano, existem diversos outros diferenciais entre estas bebidas. Mais importante, a diferença basilar entre estes beberes reside no fato da cerveja ser pasteurizada, por outro lado o chopp não passa por este processo. Então as leveduras e substancias criadas na etapa de fermentação encontram-se inteiramente preservadas no chope.

Como o chopp não é pasteurizado ele tem o prazo de validade por até 10 dias. Desta maneira para conservar o chope adequadamente é necessária a sua refrigeração, e o ambiente propicio para isso é uma excelsa Câmara fria. Por conseguinte, refrigerar a bebida assegura a sua conservação, inclusive a mantem pronta para servir.

Mas não é qualquer Câmara fria que ira manter corretamente a cerveja e o chopp. Portanto se espera diversas peculiaridades dela; principalmente, no que tange a eficiência e confiabilidade de funcionamento.

Sobre os componentes fundamentais que integram este excepcional equipamento

Neste tópico das correntes dicas praticas esclarecemos resumidamente os itens medulares aplicados na Câmara fria, a saber:

  1. Gabinete frigorifico: construído em painel térmico, do tipo autossustentável;
  2. Porta fria: acesso ao compartimento, coexistem em dois modelos distintos:
    • modelo giratória,
    • versão corrediça;
  3. Equipamento para esfriamento: adequado para manter a temperatura estável, existem de dois tipos:
    • split system (permite escolha da posição dos itens),
    • monobloco frigorifico (todos os itens no mesmo chassi);
  4. Acessórios: imprescindíveis para incrementar a segurança operacional da Câmara fria, a saber:
    • cortina de tiras,
    • gondola aramada,
    • estrado antiderrapante,
    • sinalização de emergência contra aumento de temperatura,
    • alarme antiaprisionamento.

Por consequência da tecnologia avançada adotada por alguns fabricantes, em destaque a renomada Tectermica, a Câmara fria oferece muito mais espaço de armazenagem por cada kw de potencia instalada. Então, é prudente afirmar que, comparada a uma geladeira expositora, o seu consumo de energia elétrica é menor.

A Câmara fria com autosserviço incrementa a venda da cerveja artesanal

Quando construir uma Câmara fria destinada a guarda e a exposição da cerveja, recomendamos a instalação do acessório condizente, qual seja, a porta de vidro. Desta forma a câmara refrigerada se transforma em um walkin cooler, similar aquele visto em uma loja de conveniências. Com certeza, expor adequadamente o bebere alavancara consideravelmente as suas vendas.

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