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Câmara fria para medicamentos

O tema desta esmerada matéria técnica é a estocagem dos termolábeis na Câmara Fria para Medicamentos e seus componentes, compete a ela deslindar as principais exigências contidas na legislação pertinente naquilo que tange a correta conservação dos fármacos armazenados.

 

O conceito de termolábeis e onde a Câmara fria para medicamentos será útil

 

Entende-se como medicamento ou imunobiológico termolábil aquele que obrigatoriamente deve ser conservado mediante temperatura controlada, pois ele é sensível a variação de temperatura, desta forma, quando em pequena quantidade uma geladeira sera suficiente, entretanto em caso de maior escala faz-se necessário dispor de uma excepcional Câmara fria para medicamentos, entre outros cuidados que obrigatoriamente devem ser observados na estocagem dos fármacos termolábeis.

 

Como exemplo de termolábeis, que devem ser abrigados na Câmara fria para medicamentos, podemos citar os seguintes:

  1. medicamentos:
    • insulinas,
    • xalacon solução oftálmica,
    • foraseq,
    • arulatan solução oftálmica,
    • miacalcic spray nasal, entre outros exemplos;
  2. vacinas:
    • bcg,
    • febre amarela,
    • gripe,
    • sarampo, etc;
  3. soros:
    • antibotrópico,
    • anti-tetânico,
    • anti-rábico,
    • anti-timocitário, entre tantos outros.

 

Todos os citados premem pela estocagem sob rigoroso controle de temperatura e, a Câmara fria para medicamentos é o equipamento apropriado para esta feita, inclusive constam recomendações expressas do seu uso, seja no Manual de Rede de Frio da Funasa, bem como Manual de Boas Praticas para Estocagem de Medicamentos do Ministério da Saúde.

 

A correta acomodação dos fármacos na Câmara fria para medicamentos

 

Medicamentos em geral são fabricados considerando normas rígidas que objetivam assegurar a qualidade e segurança do produto final, bem como a sua estabilidade. A estabilidade de um medicamento ou prazo de validade é o período em que ele mantem inalteradas as suas características físicas, químicas e farmacológicas.

 

Apos o processo de fabrico parte-se para a armazenagem e, a preservação do fármaco, bem como a manutenção da sua estabilidade, dependera de diversos fatores ambientais, sendo que a Câmara fria para medicamentos é o equipamento mais apropriado para manter as condições propicias, mediante a manutenção aceitável de índices como temperatura, umidade e luminosidade.

 

De nada adianta possuir a melhor Câmara fria para medicamentos e fazer a estocagem inadequada dos fármacos, fatalmente inúmeros problemas advirão desta feita, algumas pequenas providencias de cunho basilares são obrigatórias, alias o Manual de rede de frio do Ministério da Saúde as aborda com maestria.

 

Elencamos as principais determinações que devem ser adotadas quando faz a estocagem dos termolábeis na Câmara fria para medicamentos, como segue:

  1. dispor de uma tamanho suficiente para o fluxo racional de operadores e materiais, tendo em vista reduzir a hipótese de:
    • mistura de diferentes medicamentos,
    • mistura de lotes diferentes de um mesmo medicamento;
  2. manter uma distancia minima para livre circulação do ar frio, sendo:
    • espaço entre as caixas de ao menos 5 cm,
    • distancia de uns 50 cm entre o topo da pilha e o teto da Câmara fria para medicamentos;
  3. contar com uma distancia de aproximadamente 10 cm entre as pilhas de fármacos e as paredes adjacentes;
  4. deve existir um corredor central na Câmara fria para medicamentos e o armazenamento acontecera a esquerda e a direita do corredor;
  5. prover com estantes aramadas com acabamento asséptico para a guarda das embalagens menores;
  6. possuir estrado ou palete pois a mercadoria não pode manter contato com o piso;
  7. os medicamentos em geral devem ser agrupados de acordo com o seu nome e da seguinte forma:
    • numero do lote,
    • prazo de validade,
    • tipo de enfrascamento (uma dose, 10 doses, 20 doses, etc);
  8. os fármacos vencidos ou avariados devem ser imediatamente segregados da Câmara fria para medicamentos.
A Camara Fria para Medicamentos é o local ideal para armazenar os farmacos

A Câmara fria para medicamentos deve atender as premissas da legislação vigente

 

Conforme afirma a CEME, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, o trato com os fármacos, em especial os termolábeis, requer muita responsabilidade, pois os medicamentos podem representar a diferença entre a saúde e a doença e, em casos extremos, entre a vida e a morte.

 

"Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos – apesar da importância das duas atividades para a saúde humana. O alimento estragado, na maioria das vezes, é facilmente identificável. No caso dos medicamentos a realidade é outra: se eles tem o seu estado normal alterado, tornam-se inativos ou nocivos à saúde e, o que é pior, são de difícil reconhecimento. (Valery, Pedro Paulo Trigo - Boas práticas para estocagem de medicamentos – Brasília: Central de Medicamentos, 1989)"

 

Por conta da sensibilidade aos fatores ambientais, o armazenamento dos fármacos termolábis requer uma Câmara fria para medicamentos extremamente confiável, dotada de um equipamento de frio competente, inclusive os acessórios especializados para asseverar o correto armazenamento. A  ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária adotou a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 61, que baliza as Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem. Tal resolução se aplica às empresas que realizam as atividades de distribuição, armazenagem ou transporte de medicamentos.

 

Tendo em vista as normas da Agencia governamental citada, conclui-se que uma adequada Câmara fria para medicamentos deve atender e/ou obedecer a rígidas premissas, a saber:

  1. existência de gerador autônomo para manter a Câmara fria para medicamentos em funcionamento mesmo na falta de energia elétrica;
  2. a Câmara fria para medicamentos deve dispor de um equipamento reserva, stand-by, que sera ativado automaticamente em caso de pane operacional;
  3. contar com um alarme de temperatura com discador telefônico apto a alarmar caso ocorra oscilação de temperatura;
  4. possuir uma alarme de aprisionamento para salvaguardar os operadores;
  5. dispor de um sistema aquisição de dados para câmara fria, também chamado de datalogger, ambicionando registrar as variações de temperatura e umidade;
  6. contar com um controle preciso da umidade relativa;
  7. deter estantes em aço ou outro material asséptico para acomodação das embalagens menores;
  8. possuir piso plastico e/ou estrado antiderrapante;
  9. apresentar uma antecâmara e/ou uma eficiente cortina termoplástica para barrar a oscilação de temperatura na Câmara fria para medicamentos.

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